Como sobreviver na era do imediatismo

Vivemos a era do imediatismo, pedimos comida, remédios e carro por um click.

Resolvemos assuntos importantes por mensagens. Tudo que não sabemos é só buscar no Google e pronto.

Esse mundo digital nos proporciona muitos benefícios e facilidades.

Hoje não precisamos ir até um banco para tirar extrato ou pagar contas. Conseguimos resolver tudo rapidamente.

Porém, estamos a todo momento fazendo algo. E a sensação que dá é que estamos correndo, correndo, correndo e não chegamos a lugar algum.

A cobrança do TER é maior do que do SER.

  • A cobrança de “ter” uma carreira de sucesso;
  • A cobrança de “ter” uma casa própria;
  • A cobrança de “ter” um casamento feliz;
  • A cobrança de “ter” filhos.

Perseguem e geram um desconforto como se a todo momento precisávamos provar algo para alguém. E fazer da nossa vida uma corrida cheia de muitas conquistas.

E nos tornamos uma sociedade de pessoas extremamente cansadas, pois estamos andando a 200km sem parar.

E quando vou a palavra de Deus vejo o versículo.

Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus(Salmos 46:10)

Aquietar ?
Não posso, tenho muita coisa para resolver.

E vem no meu coração “sabei que eu sou Deus”

E vejo o quanto que eu estou tão acelerada que muitas vezes esqueço que Ele é Deus, e quando vamos a palavra encontramos resposta para tanta correria:

Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? Mateus 6:26

Por algum momento percebi que estava me tornando um pequeno “deus” na minha vida.
Querendo assumir o controle de tudo. Pois hoje em dia tempo é dinheiro, não é mesmo?.

Porém todas as promessas de Deus passaram pelo deserto do tempo.

Lembram de Sarah mulher de Abraão? Deus prometeu que ele seria pai de muitas nações, mas Sara era estéril e gerou um filho Isaque?

Lembram do povo do Egito no deserto antes de chegar à Canaã?

Lembram de José que foi vendido como escravo por seus irmãos e se tornou Imperador ?

Lembram de Ana estéril que gerou Samuel?

Toda promessa passa pelo deserto do tempo.

E esse tempo precisamos nos “aquietar”.
Ouvir a voz de Deus.
Procurar sua presença.
Ser amigo de Deus.

Não esquecer que ele é Deus.

Somos seus filhos.
Amados.
Conquistados por um alto preço na cruz.
Ele é Deus.

E sim precisamos nos esforçar mas não podemos esquecer que o controle da vida não está em nossas mãos.

Não podemos esquecer que todas as promessas vão se cumprir pois ele é Deus.

E ele continuará a nos guardar.

Por isso Aquietai-vos.
Desacelere.

Entenda que ele te chama de filho.

Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
Marcos 8:36

Que possamos ter sabedoria e discernimento para entender que correria nenhuma pode nos afastar da comunhão com nosso Deus.

Por Aline Lima – www.agoranoivei.com.br

O Chimarrão era proibido pela igreja?

Mas Porquê o Chimarrão era proibido pela igreja católica??

Uma, das maiores duvidas sobre o chimarrão, é se ele é ou não proibido pela igreja. Para a Igreja Adventista, tomar chá ou café é pecado, portanto o chimarrão é proibido. A explicação se deve aos componentes orgânicos do chimarrão. Assim como todos os chás, ele penetra na circulação do corpo, com isso, aos poucos descontrola a potência mental e física. Entre os efeitos do chimarrão ele estimula, atiça e dá energia. Esses estímulos entram na área cerebral e resultam em ações involuntárias, que naturalmente a pessoa não faria.

Ele dá uma falsa impressão de vigor e disposição.

O chá e o chimarrão ainda tem o poder de diminuir a energia dos membros corporais, se tornando bem mais fracos. De açodo a religião, após passar o seu efeito, o resultado é desanimo, falta de energia e diversas reações contrárias às percebidas anteriormente. Além disso, pode dar insônia devido a cafeína presente na erva, dores de cabeça, coração acelerado, problemas de digestão, nervos palpitando e tremendo, entre outros. A erva-mate utilizada para fazer o chimarrão contém café, que é um estimulante potente. Mas neste caso, a crença afirma que os problemas são os causados após o efeito.

Apesar de estimular o cérebro e o intelecto, os efeitos posteriores são totalmente o inverso. Quem toma se sente cansado, prostrado e com uma exaustão fora do normal, tanto fisicamente quanto mentalmente. Desta forma muitas pessoas estimuladas pelo seu primeiro efeito, que é uma enorme energia em todo organismo, oscila os nervos presentes no estomago e no cérebro. Qualquer fadiga é esquecida sob o efeito da cafeína, dando a impressão de força e aumento da imaginação.

Falsos Estímulos

Graças aos seus falsos estímulos quando está fazendo efeito, a vontade de se satisfazer com alimentos que contenham cafeína se tornam mais graduais, satisfazendo cada vez mais o apetite e o vigor proporcionado por ele. Muitas pessoas assemelham a cafeína, chimarrão e outros chás a drogas, devido aos falsos estímulos e ao pequeno “vicio” que ele pode causar. Para a Igreja, todos devem conservar a saúde e os estímulos naturais do organismo, por tanto, qualquer substancia que forneça ações que não são naturais (antinaturais) não são permitidas, ações naturais não devem ser forçadas.

A crença diz que a natureza tem o controle das coisas e fará tudo da forma correta, ou seja, seu trabalho e suas ações serão controlados por ela, que fará o melhor e o mais eficiente para você. Tudo aquilo que for introduzido para retirar o poder e tomar o lugar natural deve ser retirado e evitado. Esse assunto gera bastante discórdia entre as pessoas, pois a igreja afirma que tanto o chimarrão quanto as bebidas consideradas estimulantes geram doenças e dependência, causando a ilusão de não poder viver sem o tal estimulo, e com o tempo gerando doenças mais perigosas devido aos efeitos após efeito.

Outras pessoas já acreditam que tudo vai de quantidade, se tomado com moderação, o chimarrão só traz bem a saúde. Estudos já comprovaram que o chimarrão e a erva mate que é utilizada, trazem sim bem a saúde, mas também fazem mal. Tudo se diz a crença e a fé de cada um, essa questão divide muito as pessoas, inclusive dentro da própria igreja, pesquisas apontaram que ainda existem 14% dos membros que não adotaram essa “regra”. Mas e você, o que acha? A igreja está correta em seus pensamentos ou é algo consideravelmente “exagerado” como alguns acreditam.